Brasil registra 14 milhões de desempregados em abril, diz IBGE – Rádio Cidade FM

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Brasil registra 14 milhões de desempregados em abril, diz IBGE

SP – DESEMPREGO/VAGAS – GERAL – Pessoas buscam vagas de emprego na rua Barão de Itapetininga, no centro de São Paulo, na manhã desta terça-feira. A taxa de desemprego subiu para 13,7% no trimestre de janeiro a março, segundo dados divulgados na última sexta-feira (31) pelo IBGE, por meio da pesquisa Pnad Continua. Essa foi a maior taxa de desocupação da série histórica, iniciada em 2012. 02/05/2017 – Foto: NELSON ANTOINE/ESTADÃO CONTEÚDO

O número de brasileiros desempregados atingiu 14 milhões no trimestre entre fevereiro e abril, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta-feira (31).

Em comparação com o trimestre anterior, o aumento foi de 8,7%.

Segundo o instituto, tratam-se “maior taxa de desocupação e do maior contingente de pessoas desocupadas (sem trabalho e procurando emprego) para um trimestre terminado em abril desde o início da série, em 2012”.

Nos três meses anteriores (novembro a janeiro), a taxa de desemprego era de 12,6%, com 12,9 milhões de pessoas em busca de emprego.

Porém, entre fevereiro e abril de 2016, eram 11,4 milhões de pessoas sem emprego. Ou seja, acréscimo de 2,8 milhões de desempregados em um ano.

“Este é o 29º trimestre móvel consecutivo de subida da taxa [de desemprego]”, diz o IBGE em nota.

 Entre fevereiro e abril, o País tinha 89,2 milhões de pessoas com emprego, sendo 33,3 milhões com carteira assinada. Esses dois números caíram em relação a 2016: -1,5% e -1,7%, respectivamente.

Esse é o menor contingente de brasileiros com carteira assinada desde quando o IBGE começou a série histórica, em 2012.

Alívio

Após dois anos perdendo força de trabalho, a indústria voltou a gerar emprego. A alta foi de 1,8% em abril, em relação ao trimestre de novembro a janeiro, com 11,5 milhões de trabalhadores.

“Esse aumento tem especial importância quando se observa que a indústria estava há dois anos registrando perdas seguidas no seu contingente, totalizando, desde 2015, cerca de 1,8 milhão de empregados a menos”, observa o coordenador de trabalho e rendimento do IBGE Cimar Azeredo.

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